Deus é coisa da sua cabeça

 

Refletindo o tema…

Que maravilhoso ver a ciência comprovando a espiritualidade humana sem a necessidade de provar ou não a existência de Deus! As funções humanas de auto-preservação e auto transcendência  nos revelam espirituais. O filosofo contemporâneo Andre Comte-sponville de forma magistral discorre sobre o tema em seu livro O espírito do ateísmo.

Não importa qual religião simpatizamos, e não é correto entender um ateu sem espiritualidade. Conheço ateus mais espiritualizados do que alguns crentes, dramatizado muito bem no filme “Deus é brasileiro”. Importante é entender a auto-preservação e auto-transcendência, ideia que espiritualiza todos os seres humanos e de quebra poderia acabar com as guerras santas…

Acreditar ou não na existência de um Deus é apenas um detalhe  face ao reconhecimento da espiritualidade.  A palavra religião tem origem no latim e seu significado é religar-se – ligar em si.  Redimir-se, palavra que os religiosos usam costumeiramente, também com origem no latim significa metanóia – mudar de ideia. Ambas levam à introspecção assim como a oração ou meditação (transe). Estas práticas promovem mudanças em nossas químicas cerebrais e corporais, levando à cura ou à doenças. Se mudamos o que pensamos e sentimos, alteramos nossas redes neurais e em consequência liberamos químicos diferentes. Nesse aspecto a dualidade corpo e mente não existe. Simples assim!

Então, vivemos aprendendo e até o “final”, caminhando entre os polo de nossos pensamentos e emoções, ora duvidando ora com fé, ora seguros  ora inseguros, preservando e transcendendo e sempre buscando o equilíbrio tão necessário ao bem viver!

Paradoxal assim, e sempre humano!!!

por Marly Molina

 

Leia o texto na íntegra…

Com a ajuda de tomografias computadorizadas,o médico Andrew Newberg pesquisa os mistérios da manifestação religiosa no cérebro.

por Mauro Tracco

A ciência não conseguiu comprovar a existência ou inexistência de Deus. Mas uma coisa o conhecimento racional deixa cada dia mais clara: religião faz bem para a saúde. O motivo? Para o médico americano Andrew Newberg, autor do livro Why God Won’t Go Away (“Por que Deus não vai embora”, sem tradução em português), a resposta está na arquitetura neurológica do nosso cérebro. Para ele, o mais desenvolvido órgão humano é especialmente calibrado para a experiência espiritual.

Analisando imagens captadas por tomógrafos, Newberg pesquisa como a oração e a meditação se manifestam no cérebro. Ele diz que a neurociência pode elucidar experiências místicas e acredita que o conceito de Deus é fundamental para a sobrevivência da espécie humana.

Além de se especializar na neurofisiologia da experiência religiosa, Andrew defende que cursos de teologia e de princípios das religiões sejam obrigatórios para os profissionais da área de saúde. Segundo ele, um médico terá mais chances de conquistar a confiança de um paciente, e consequentemente ser bem-sucedido no tratamento, se estiver familiarizado com sua crença.

Existe alguma parte específica do cérebro que seja responsável pela experiência religiosa?

Não exatamente. Nossa pesquisa sugere que experiências religiosas são complexas. Envolvem emoção e cognição e se distribuem por várias estruturas. Estão ligadas ao lobo frontal, a parte do cérebro que determina nossas vontades; à região do lobo parietal, que controla nosso senso próprio; ao sistema límbico, que desempenha papel fundamental nas emoções; e, finalmente, ao hipotálamo, que também é responsável pelas reações emotivas.

E como o corpo sente os efeitos dessa experiência?

Os resultados sugerem mudanças hormonais e nos sistemas imunológico e nervoso autônomo, diminuindo batimentos cardíacos, pressão sanguínea e estresse. Um grande número de estudos aponta que a religiosidade resulta em benefícios para a saúde.

Alguma religião ou prática espiritual se destaca pelos benefícios à saúde mental e corporal?

Não existe uma que se destaque em relação a outras. Há evidências de que pessoas que rezam estão associadas a quadros de redução da tensão muscular e de menor incidência de doenças coronarianas. Indivíduos que meditam apresentam redução da ansiedade, da depressão e da irritabilidade, e aprimoramento da capacidade de aprendizagem, da memória e da estabilidade emocional. Também existem evidências de que a meditação pode aliviar dores crônicas. Em um estudo, 77 pessoas que sofriam de fibromialgia passaram por um programa antiestresse de 10 semanas que usava técnicas de meditação. Todos apresentaram melhoras nos sintomas.

Pessoas doentes com forte fé religiosa têm mais chances de ser curadas?

A única coisa que podemos afirmar a partir dos estudos é que existe relação entre religiosidade e boa saúde. Mas são poucas as evidências de curas específicas associadas a crenças religiosas. O que muitos estudos mostram é a religião como forte aliada na recuperação de cirurgias. Uma pesquisa com um grupo de pacientes operados do coração mostrou que a incidência de mortes durante o período de recuperação era maior entre os que não praticavam nenhuma fé. Outro estudo, feito com mulheres negras com câncer de mama, mostrou que as que não pertenciam a nenhuma religião tinham tendência a viver menos.

A comprovação de que as experiências religiosas são resultado de atividades cerebrais pode sugerir que Deus existe apenas na nossa cabeça?

A ciência enfrentará muita dificuldade em demonstrar definitivamente a existência ou inexistência de Deus. Se eu escanear o cérebro de alguém que olha para um cachorro, a imagem irá mostrar o que acontece quando se vê um cão, mas não prova a existência do animal. Da mesma forma, se uma freira passa pela experiência de estar na presença de Deus, a tomografia não irá mostrar se Deus está com a freira, mas apenas o que acontece no cérebro dela.

Como saber, então, se foi Deus quem criou o cérebro ou se é o nosso cérebro que cria Deus?

Não há uma maneira clara de determinarmos isso. Pode-se dizer que o cérebro humano tem duas funções básicas a serem consideradas sob as perspectivas biológica e evolucionária: auto-preservação e autotranscendência. O cérebro desempenha essas funções ao longo de nossa vida. Acontece que a religião também desempenha essas mesmas funções. Ou seja, a fé é uma excelente ferramenta que ajuda o cérebro a praticar suas funções primárias.

Isso quer dizer que a experiência com Deus nos ajudou ao longo do processo evolutivo?

A função de autopreservação é a da sobrevivência do indivíduo e, consequentemente, da espécie. Para nos manter vivos, o cérebro nos afasta dos perigos, nos aproxima dos alimentos e indica a necessidade de acasalamento. A religião também tem funções importantes nesse sentido: promove comportamentos de vida sustentáveis e ajuda a desenvolver e manter sociedades e famílias voltadas para nossa proteção. Autotranscendência é nossa necessidade inerente de passar de um estágio para outro. Fazemos isso o tempo todo. A cada momento nos tornamos pessoas um pouco diferentes do que costumávamos ser. E a religião é a expressão máxima de auto-transcendência. Algumas admitem que o façamos ainda em vida, outras requerem a morte. Seja como for, a religião nos ajuda a transcender rumo ao encontro derradeiro com Deus ou qualquer outra realidade suprema.

Você defende que profissionais da área de saúde estudem também teologia e religiões. Levamos séculos para separar medicina da religião. Voltar a integrar as duas áreas não seria um retrocesso?

Acho que a religião nunca se separou completamente da medicina. E, recentemente, houve um crescimento na conscientização de que o lado espiritual do indivíduo tem um impacto importante na abordagem médica. A saúde e o bem-estar de um paciente dependem bastante da capacidade do médico de lidar com sua fé e religiosidade, e não apenas com seu quadro clínico. Os dois aspectos estão interligados.

Andrew Newberg

• É fã de livros sobre ciência e filosofia – com predileção pela obra de Descartes.

• Torce para o Philadelphia Flyers, equipe americana de hóquei no gelo, seu esporte favorito.

• Pinta quadros nas horas vagas.

• Considera Guerra nas Estrelas o melhor filme já feito.

• Beatles é sua banda favorita.

• É fanático por pizza e chocolate.

• Diz que estuda todas as religiões, mas não pratica, ou praticou, nenhuma delas. 

Fonte: Deus é coisa da sua cabeça – Superinteressante

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Cientistas descobrem área do cérebro relacionada com o constrangimento

Minhas reflexões…

Descobertas são muito interessantes, principalmente porque “tiram a coberta” de algo existente a priori. Dai podemos tratar doenças degenerativas e ajudar a sociedade encontrar o equilíbrio entre os extremos, no caso em questão, entre a inibição paralisadora e a desinibição exacerbada.

Respeito e responsabilidade por ações deveriam ser ensinados – mas não são… Refletir, criticar e modificar pensamentos, sentimentos e comportamentos que impedem o bem viver e que nos tornam livres, deveriam ser ensinados – mas também não são… Isto não acontece! Já parou para pensar por quê?!! Não interessa ensinar estas virtudes pois teríamos uma população pensante e não manipulável!

Erroneamente o “BEM VIVER” resumiu-se em “pense e faça tudo o que te dá prazer sem nunca considerar teu semelhante”.  As autoridades e os responsáveis por ensinar, aqueles que deveriam dar o exemplo, também se rebelaram contra as questões morais e éticas, aproveitando o movimento “libertador”, para encherem seus cofres de mais e mais dinheiro às custas da ignorância de uma sociedade mau educada.

Mudar a constituição sem antes dar educação é um erro crasso.

Álcool, drogas e liberdade sem responsabilidade induzem à desinibição artificial e não-consciente. Jovens e adultos desorientados, deseducados  e por consequência, manipuláveis, creem que estão modificando seu status e suas relações, quando em verdade estão apenas enriquecendo alguns e o pior de tudo, desorganizando um cérebro finito e comportando-se, em alguns casos de forma em que os danos são irreparáveis.

Paradoxalmente nossa sociedade é induzida ao erro. Pensar e refletir torna-se privilégio de filósofos, cientistas, políticos, autoridades e manipuladores.

Toda ciência humana, biológica ou exata, governo e filosofias teístas e ateísta, existem para servir à sociedade e não para servirem-se dos beneficio da manipulação egoísta e hedonista.

Liberdade não é sinônimo de libertinagem, nem de irresponsabilidade consigo mesmo ou com outros. A auto-consciência produz raciocínios e sentimentos equilibrados e claro também ajuda a desinibir o que em tempos passados inibia. Isto é maturidade!

Por tanto, vergonha é o resultado da consciência em ter realizado um ato impróprio a si ou ao outro, um ato contrário aos princípios morais que por escolha livre estabeleceu seguir. Aprender a errar sem medo da crítica externa também é amadurecer, e assim corrigir o que considera um erro. Os auto-conscientes, apresentam em maior volume a área relacionada à vergonha e à recompensa. Sabem pensar, sentir, refletir, criticar e comportar-se. São amadurecidos e livres. O córtex pré-frontal mantem-se alerta sobre valores escolhidos! Valores que alguns não aprenderam, outros não se dispõe a usar (os sem vergonha!) e as pessoas com demência que perderam a consciência disto…

Em qual situação você se percebe? Consegue pensar e sentir sobre isto?!

por Marly Molina

Segue parte do texto sobre a descoberta:

“Segundo um novo estudo, o sentimento de vergonha, que vem com experiências como assistir um vídeo antigo que lhe mostra cantando, é isolado em um tecido no fundo de seu cérebro.

…é focado em uma área chamada córtex cingulado anterior pregenual; este tecido reside profundamente dentro do cérebro, acima e à direita.

A região é fundamental na regulação de muitas funções automáticas do corpo, como batimentos cardíacos, sudorese e respiração. Também participa de várias funções relacionadas com o pensamento, incluindo emoções, comportamentos de busca da recompensa (como os envolvidos no tratamento de dependências) e tomada de decisão. Tem um duplo papel em ambas as reações motoras e viscerais.

Quando você perde a área, perde a resposta ao sentimento de vergonha.

O tamanho e a forma das regiões do cérebro têm sido associados com diferenças de personalidade. Os cientistas acreditam que quanto maior for uma região particular do cérebro, mais poderosa são as funções associadas a ela.

…Por exemplo, os extrovertidos têm grandes centros de processamento de recompensas, enquanto as pessoas ansiosas e auto-conscientes têm grandes centros de detecção de erro. Muitas pessoas altruístas têm áreas maiores associadas com a compreensão de outras crenças.

…Quando os pesquisadores escanearam seus cérebros, notaram que quanto menos auto-consciente e envergonhado os participantes eram, menor era a região em seu córtex cingulado.

Mudanças comportamentais e sociais tendem a acontecer antes de outros sintomas que se manifestam mais claramente. Segundo os cientistas, uma melhor compreensão das alterações emocionais que ocorrem nestas doenças poderia ser útil para detectá-la quando o diagnóstico ainda não é tão óbvio.

Fontes: LiveScience; Hypescience

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Crer ou não crer eis a questão

Li, ouvi e refleti durante anos sobre as questões das crenças. Entendi que os seres humanos vivem com base no que acreditam, e ai mora o perigo! Pode levar ao sucesso ou ao fracasso, à cura ou à doenças.

Tudo que se crê torna-se concreto, pois o comportamento – baseado em pensamentos/crenças – levam a situações e resultados que as confirmam. As crenças dão segurança, mas também limitam.

Sociedade, cultura, grupos moldam o pensamento/sentimento e como consequência, o comportamento. Internalizamos os conceitos ensinados pelos “responsáveis” em construir/moldar inicialmente nossa personalidade. Responsáveis não significa que sabem toda a verdade ou que estão totalmente certos.

A teoria da identidade social explica como o comportamento é moldado pelas normas do grupo ao qual se escolhe pertencer. E quando a identidade social entra em conflito com as motivações pessoais, o “caos” se estabelece. Caos/crise deveria levar a reflexões e consequentemente a mudanças. Mudar nossas bases iniciais não é fácil, mas necessário. Amadurecemos assim… a partir das mudanças de pensamentos. Porque mudam as conexões neurais em função da plasticidade cerebral. Isto á fantástico!

As pesquisas neurocientíficas ajudam a compreender como o cérebro funciona e a Psicologia aplica esses conhecimentos afim de promover um melhor viver.  

Convicções são ruins. Duvidar de tudo é ruim. Que complexo!

Cada um “poderá” escolher seu próprio caminho e como diz a frase, que não sei o autor, “Caminhante não há caminho. Faz-se o caminho ao caminhar”!

Paradoxal, portanto, humano!

por Marly Molina

Copiei parte de um texto muito legal da Neurocientista Suzana Herculano-Houzel. Clique no link e leia na integra.

“…Crenças são produto do cérebro: modelos internos que criamos para explicar acontecimentos sistemáticos, não importa se baseados em evidências ou não, dentro dos quais nossos valores e experiências de vida se encaixam, e que nos ajudam não só a explicar eventos quanto a predizê-los, o que por sua vez ajuda a orientar nossas ações. Pessoas diferentes creem na bondade dos homens (ou na sua maldade intrínseca), na pureza das crianças, em guardar dinheiro na poupança, creem no governo, em educar-se muito e sempre ou em fazer o bem ao próximo.

A crença em Deus, em particular, resolve muitas questões de uma vez só: para começar, todas aquelas em que não conseguimos identificar um agente responsável pelos acontecimentos. A colheita foi boa? Deus quis. Foi péssima? Obra Dele, também, por algum de seus desígnios. Surgiu um câncer? Desapareceu sozinho? Nossos olhos e ouvidos internos são estruturas complexas e aparentemente improváveis? Obra de Deus.

Uma alternativa é aceitar que cânceres, dilúvios, seres altamente complexos e tantas outras coisas simplesmente acontecem, sem um Agente identificável. São obra do Acaso, ou da Natureza, ou de algum outro agente ainda não identificado…” continue

parte do texto extraído de: A neurocientista de plantão – A neurocientista de plantão – Sou ateia e sinto-me discriminada. Pronto, falei. Leia na integra. Muito legal!

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Universo feminino ainda é mistério – Jornal Repórter Diário

 

Refletindo o texto e a vida prática…

…Normalmente a palavra mistério é usada em situações que ainda não compreendemos ou que a ciência não comprovou. Parece que em relação às mulheres isto é verdadeiro, apesar de várias ciências provarem e comprovarem as diferenças entre os sexos.

Ter poder a qualquer custo é diferente de sair da submissão.

As diferenças não são compreendidas nem aceitas pelas próprias mulheres! Buscam igualdades físicas e comportamentais afim de tentar solucionar um problema cultural muito antigo. Ainda o sexo predominante é o masculino! Creio que as mulheres apenas acumularam funções e deixaram de viver bem. Muitas doenças, como por exemplo a fibromialgia e aumento de infartos do miocárdio, apresentam sintomas onde a causa é emocional. O comportamento pode ser igual ao masculino, mas a forma como sentem a vida continua feminina.

A primeira mulher a assumir o cargo político de maior responsabilidade do Brasil, pediu que se referissem a ela como Presidenta. Uma ação não modifica uma ideia…

Será que as mulheres necessitam de igualdade ou aceitar-se tal como são, com as peculiares do sexo em que nasceram? Assim como aceitam (ou deveriam aceitar) as alterações hormonais e os resultados que estas promovem.

Será que a família e o mundo não perderam com essa falsa igualdade?

Preço alto a pagar para ser igual sem entender a diferença!

Paradoxal…

por Marly Molina

Leia o texto na íntegra…

Fonte: Jornal Repórter Diário

Universo feminino ainda é mistério – Jornal Repórter Diário

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Dormir para reforçar a memória

“Reforçar uma lembrança enquanto se dorme pode ser mais eficaz do que quando se está acordado, revela um estudo realizado por universidades alemãs e suiças e publicado na revista “Nature”.

Uma equipa de investigadores, liderada por Björn Rasch, treinou a memória de vários voluntários que colaboraram neste estudo e aprenderam a relacionar um cheiro com a localização de um objecto, de forma a que quando sentissem determinado aroma se lembrassem imediatamente de onde este estava. 
Após esta ligação ter sido estabelecida, o reforço da memória foi feito em alguns participantes enquanto dormiam e noutros nos momentos em que estavam acordados, através da libertação do cheiro que correspondia ao artigo que tinham de saber onde se localizava.

Com esta experiência, os investigadores verificaram que  as pessoas cuja memória foi reforçada durante o sono lembravam-se com mais precisão da localização do objecto. Já a lembrança dos participantes submetidos a testes enquanto estavam despertos tinha perdido intensidade e era mais fraca do que a do grupo anterior. 
Para se certificarem destes resultados, os cientistas realizaram ressonâncias magnéticas aos participantes do estudo e demonstraram que as partes do cérebro activadas enquanto recorriam à memória eram diferentes, dependendo do momento em que esta tinha sido estimulada.
Segundo os cientistas, este estudo pode ter implicações clínicas na área das neurociências para o tratamento de vários problemas, como o stress pós-traumático.

Figure 2: Brain activity associated with odor-induced memory reactivation during wakefulness and sleep.”     (Atividade cerebral associada com odor – reativação da memória induzida durante a vigília e o sono)

Brain activity associated with odor-induced memory reactivation during wakefulness and sleep.

(a) During wakefulness, brain activity during 30-s odor-on periods in the reactivation condition (that is, odor during learning and during the wake retention interval) was increased in the lateral prefrontal cortex (PFC) as compared with the no-reactivation condition (odor only during the retention interval). (b) During SWS, odor presentation strongly activated the left anterior hippocampus only when it was previously paired with the learning material. (c) During SWS, the retrosplenial cortex also showed stronger activation in the reactivation than in the no-reactivation condition. Coronal and sagittal sections are shown, thresholded at P < 0.001 uncorrected, superimposed on a T1-template image. (df) Parameter estimates of the peak voxel in the lateral PFC, left hippocampus and retrosplenial cortex for all four experimental conditions. Values are mean ± s.e.m. P values, significant interactions for ‘sleep-wake’ × ‘reactivation–no reactivation’.

Leia o artigo na íntegra…

Fonte:

Nature Neuroscience

CiênciaHoje

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Hipnose beneficia o sistema imunológico

 

news 127 Hipnose beneficia o sistema imunológico

FONTE: www.naturalnews.com
Tradução: www.sbhh.org.br

“…Uma pesquisa realizada na Universidade Estadual de Washington, em Pullman, E.U.A., descobriu que a hipnose reforça dois diferentes tipos de células do sistema imunológico que combatem as doenças. …

…Os resultados mostraram que os participantes que receberam a hipnose apresentaram um aumento importante em dois tipos de células brancas do sangue. Aqueles que eram altamente hipnotizáveis e receberam hipnose apresentaram o maior aumento de células brancas. Isso mostra que a hipnose pode ajudar as pessoas a aumentar sua contagem de células brancas do sangue e, assim, incrementar o seu sistema imunológico, permitindo um melhor combate às doenças (Ruzyla-Smith).
Pesquisadores da
Universidade Estadual de Ohio determinaram que a hipnoterapia pode impedir o enfraquecimento do sistema imunológico devido ao estresse.

… Quando a hipnose é induzida em uma pessoa, técnicas de relaxamento são utilizadas. O estresse é um contribuinte principal para um sistema imunológico enfraquecido. A hipnose age para aumentar o pensamento positivo através da sugestão, usando técnicas de relaxamento para diminuir o estresse (Holland).
É importante manter o sistema imunológico forte para ser capaz de combater as doenças e vírus. O uso da hipnose juntamente com uma alimentação saudável pode ajudar a manter o sistema imunológico forte. Reduzir o estresse e aumentar os glóbulos brancos pode aumentar muito suas chances de não contrair …”

Leia o artigo da pesquisa na íntegra…

Fontes:

www.sbhh.org.br

Centers for Disease Control and Prevention. Questions and answers about the 2009-2010 flu season. Retrieved on October 23.

Holland, E. (2001). Hypnosis may prevent weakened immune status, improve health. Retrieved on October 30, 2009.

Ruzyla-Smith, Patricia et al. (1993). As reported at the annual meeting of the American Psychological Association.

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Estudo revela que quando nos comparamos com os outros ficamos mais infelizes

…“Segundo os pesquisadores, muita gente ficou decepcionada com a vida que levava quando entrou no Facebook e navegou pela aparente vida perfeita dos amigos. Por outro lado, se disséssemos aos outros que estamos infelizes ficaríamos todos felizes no longo prazo.”

…”Parte do problema é que emoções negativas, como tristeza, estresse ou solidão geralmente não são mostradas em lugares públicos. Para muita gente, uma noite fora com os amigos é melhor do que ficar em casa vendo TV, por isso tendemos a ser felizes quando passamos o tempo com pessoas queridas.

O resultado é que "as pessoas acabam vendo os amigos sorrindo em encontros sociais e acham que estão sempre felizes", explica Alex Jordan, autor do estudo e doutor em psicologia.”…

Minhas considerações…

Em minha vida ouvi muitas frases de efeito em momentos cruciais. Elas servem para aumentar ou diminuir a angustia de determinadas situações. Dependendo é claro, de quem as pronuncia, porque o estrago pode ser enorme e atrapalhar toda a vida! Funcionam como uma ordem a seguir…

Uma frase interessante referindo-se ao tema comparação é “Quando me comparo me enobreço e quando me analiso me entristeço”. Ouvi esta frase de um amigo que estava econômica e profissionalmente muito bem. Mas feliz, é outra história… Não é uma frase totalmente negativa, mas há o que pensar!

Observo inúmeras pessoas que compram, viajam, trabalham, se casam, estudam, entre outras coisas, apenas para copiar o ilusório sucesso do vizinho, do amigo, da sociedade… e continuam infelizes e angustiados!

Sempre percorri o mundo dos livros e dos mestres que tanto me ensinam. Entendo que mestres são todas as pessoas que passam por minha vida e me estimulam a pensar. Então aprendi que só podemos ou devemos nos comparar com a gente mesmo, pois qualquer comparação externa, nos leva ao céu ou ao inferno. Sempre existirão pessoas melhores que eu, assim como existirão as piores. O mundo é repleto de diversidades e adversidades. É repleto de possibilidades que aproveito ou não! O tempo passará… Posso perdê-lo invejando alguns ou realizar aquilo que para mim é um sucesso.

Não há formula ou caminho mágico. Tristezas, angustias e crises inesperadas acontecem sempre. Podemos olhar o passado e reconhecer que não sabíamos nem andar! Também podemos imaginar um futuro muito agradável! Mas uma coisa é certa, só agora podemos tomar consciência da vida atual e aproveitar as oportunidades disponíveis sem que qualquer comparação depreciativa atrapalhe o caminho, até porque como diz uma outra frase reflexiva,”Caminhante não há caminho. Faz-se o caminho ao caminhar”

Aproveite enquanto viver!!!

por Marly Molina

Leia o artigo da pesquisa na íntegra…

Fonte: Portal da administração

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